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26 DE FEVEREIRO Como nasci nesta data no ano de 1986, posso concluir que este é meu aniversário. Não se trata, porém, de um momento de apenas receber congratulações pela data, trata-se sim de um momento de avaliação e agradecimento.
Avalio, especificamente os fatos que ocorreram e tiro conclusões. Há objetivos a serem alcançados, assim como houve uma série de objetivos que haviam de ser alcançados. Felizmente pude alcançar os mais importantes. Isso, porém, não significa que agora posso tirar o pé. Pelo contrário, é hora de aproveitar o embalo e buscar a conquista de novos objetivos, dessa vez, com o equilíbrio necessário para atingir realizações e com o apoio de pessoas que tive o privilégio de conhecer e que, no dia de hoje, celebro o fato de estarem ainda presentes na minha vida!
É hora também de agradecer àquelas pessoas que tiveram um papel peremptório para que esse deixasse de ser um dia de insatisfação e passasse a ser um dia de comemoração. Passar o aniversário conversando com os amigos que alteraram paradigmas quase inalteráveis e cujo apoio sempre pude contar ao longo dos últimos anos e com a pessoa que, estando ao meu lado, torna esse aniversário o mais digno de comemoração em quase um quarto de século são coisas que não têm preço.
Dessarte, aproveito o momento para expressar meus agradecimentos a quem esteve comigo nesse último ano nos momentos difíceis, não somente nos bons momentos. A quem preferiu entender a criticar. A quem me ajudou a me reerguer. O descomensurável apoio em momentos distintos, com diferentes situações, que fizeram o dia de hoje ser de comemoração e não de lástima.
Não achava que o dia 26 de fevereiro pudesse ser um dia de comemoração. Agradeço a quem tornou isso possível. Rafael, sendo meu amigo há quase 11 anos (apesar de termos estudado juntos apenas até 2000) e estando do meu lado durante a tormenta que foi minha adolescência e posteriormente em incontáveis momentos. Fausto, companheiro de lutas e batalhas desde 2005 e futuramente de profissão, com quem muitas vezes conversei em situações difíceis e que me deu conselhos que me fizeram crescer muito nos últimos cinco anos. Cândida, uma anjinha de verdade, cuja presença em minha vida me torna muito feliz, com seu abraço que tanta força já me deu, com suas palavras, com seu amor, seu carinho e seu sorriso inigualáveis para mim, que me encantam a cada momento mais e que fazem, da mesma maneira, despertar e estimular meus melhores sentimentos.
Tenho certeza que meus familiares mais próximos, sobretudo quem me viu nascer e crescer, como minhas tias e tios, tiveram um papel importante, pois muitas coisas que hoje fazem parte de mim positivamente aprendi com essas pessoas durante a minha infância.
Enfim, momento de agradecer a quem tornou possível uma mudança de paradigma tão grande a ponto de fazer esse dia se tornar um momento de reflexão e de conclusão de que tudo valeu a pena, pois o presente, agora, é, de fato, uma dádiva. E, finalmente, de esperança sobre o futuro! POSTADO POR DAVID MELLO EM 26/02/2010 - 18:45 MARCADOR: DAVID COMENTÁRIOS |
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UMA HERANÇA INDESEJÁVEL Fernando Henrique Cardoso, conhecido por submeter o Brasil ao modelo colonial do FMI e por fazer um governo despiciendo que partia do pressuposto de que o Brasil jamais poderia crescer e por isso deveria viver de migalhas das grandes potências em troca de total submissão, anda aparecendo tanto na mídia que até o seu próprio partido está preocupado. Após comparar Dilma com Serra, dizendo que este mostrou o que faz e que aquela não é uma líder, apenas o reflexo de um (Lula); a cúpula do PSDB demonstrou descontentamento com a atitude do ex-presidente, pois o objetivo do partido é fazer de tudo para evitar comparações entre as administrações Lula e FHC. O próprio pré-candidato à presidência, José Serra, evitou dar declarações sobre o artigo do seu colega ex-presidente.
De fato, serão inevitáveis as comparações entre o governo do PT e do PSDB. Primeiramente, porque os principais candidatos serão dos dois partidos e fizeram parte dos governos a serem comparados em pastas importante. Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, conhecida como Mãe do PAC, braço direito do presidente Lula de um lado e do outro José Serra, ex-ministro da Saúde no governo FHC na época do lançamento dos genéricos (uma nobre luta do Brasil contra os interesses das grandes indústrias farmacêuticas na questão da quebra de patentes) e da lei que transformou a falsificação de medicamentos em crime hediondo. Em segundo lugar, porque o PT naturalmente vai forçar essa comparação, pois em um aspecto global, a administração Lula foi melhor do que FHC de acordo com qualquer pesquisa, comparando qualquer parâmetro e fazendo qualquer ajuste de contexto. Na realidade, pouca gente tem saudade das "Missões do FMI" que vinham ao Brasil se intrometer na administração pública em detrimento da saúde, educação, saneamento, moradia, emprego e, sobretudo, da dignidade do povo brasileiro.
A comparação entre currículos de Dilma e de Serra seria equilibrada. A mãe do PAC, braço direito do presidente Lula versus o pai dos Genéricos (a luta de Serra pela quebra das patentes das grandes indústrias farmacêuticas foi louvável). Porém, a presença de FHC na campanha de Serra é totalmente deletéria às pretensões do PSDB de retornar ao poder. Mesmo antes de assumir a presidência da república, o presidente Lula já era criticado pela sua escolaridade. Porém, o que se vê hoje é que o invejável currículo acadêmico de FHC em ciências políticas e sociologia não lhe ajuda em nada na hora em que a atitude mais inteligente seria ficar quieto. As pesquisas que apontam Serra na liderança mostraram um declínio na diferença que o separava de Dilma após FHC demonstrar pela primeira vez em público seu apoio a Serra no final de 2009. POSTADO POR DAVID MELLO EM 09/02/2010 - 12:59 MARCADOR: POLÍTICA COMENTÁRIOS |
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