A Oi, atual proprietária da Brasil Telecom, parece não conhecer limites para o seu desrespeito ao consumidor, tentando enganar até a Anatel, a fim de não enviar de volta o meu chip.
Era uma vez um chip que parou de funcionar no dia 30 de junho de 2010. Felizmente, eu tenho um outro chip, que é da TIM, e que seguiu funcionando. Através deste, liguei para a Oi e informei o ocorrido. Foi diagnosticado que era preciso fazer substituição de chip. Quando voltei a Pelotas, no dia 2 de julho, liguei para a Oi e me foi prometido que, em até 72 horas úteis, teríamos à disposição um débito de R$ 10 para pagar em uma casa lotérica referente à substituição de chip. Liguei de volta perguntando sobre o procedimento e me foi informado que já poderia pagar. Fui à casa lotérica e depois de enfrentar quase 1 hora de fila, recebi a notícia de que "Não existem contas pendentes" (pedi para imprimir). Então ligamos de novo para a Oi e eles justificaram o não-cumprimento do prazo pela demanda.
Mas prazo existe para ser cumprido.
Liguei para a Anatel no mesmo dia e no dia seguinte, uma supervisora da Oi nos ligou, informando que tinha recebido queixa da Anatel, e informou que finalmente colocou a conta de R$ 10 no sistema da CEF para pagar em casa lotérica (ou seja, precisou de um "estímulo"). Então, dia 9 de julho, foi pago o valor para a substituição e eu receberia o chip em casa em até 7 dias úteis após o pagamento.
Pois bem, 10 dias úteis (14 dias corridos) se passaram hoje e ligamos novamente para a Oi a fim de saber notícias do chip e a atendente informou que o chip não havia sequer sido enviado! Ou seja, três dias depois de terminar o prazo para eu receber em casa o produto, ele não havia sequer sido enviado!
Então liguei novamente para a Anatel, informei o código do processo junto à Anatel (que a agência informa depois da reclamação) e, para a Anatel, a Oi informou que já havia enviado o chip (tiveram a irresponsabilidade, a petulância, a falta de caráter e de ética de mentir para a Anatel). Eu disse, então, que a Oi não enviou nada e informei o protocolo de atendimento no qual me foi dito que o chip não havia sido enviado. O processo foi reaberto e, agora, a Oi tem 2 dias úteis para enviar o meu chip.
Apenas uso a Brasil Telecom (que pertence à Oi) por causa do saldo de bônus que tenho. Se não fosse por isso, não faria a menor questão de usar os serviços dessas empresas.
Porquanto a Oi não se preocupa com cumprimento de prazo, qualidade do serviço, seriedade e satisfação do cliente, torna-se impossível resolver essa situação através de seus desorientados atendentes. Dessarte, uma queixa junto à Anatel (e com isso a possibilidade de multa) torna-se o único "incentivo" para tal empresa cumprir sua obrigação. POSTADO POR DAVID MELLO EM 23/07/2010 - 18:57 MARCADOR: CIDADANIA COMENTÁRIOS
EMPRESA "OI" DESRESPEITA CONSUMIDOR
Ao perceber que estava sendo enrolado pela Oi (proprietária da Brasil Telecom) quando o que eu queria era uma simples substituição de chip, pois o meu havia queimado, usei o site ReclameAqui e acionei a Anatel.
Na última vez que isso ocorreu comigo, o problema só foi resolvido depois de entrar com ação judicial. Espero que isso não seja necessário.
Para informações detalhados sobre o assunto, eis o link da reclamação efetuada no site:
PS: sugiro que qualquer pessoa que tenha problemas com empresas de telecomunicações, ao perceber que esteja sendo enrolada, anote sempre o número de protocolo e imediatamente liguem para a Anatel, através do número 133, de posse do número de protocolo, CPF e outros dados do titular da conta. Se do Procon eles não têm medo, da Anatel eles têm, porque diante do valor das multas aplicadas pela Anatel, o desrespeito ao consumidor é algo que não compensa. POSTADO POR DAVID MELLO EM 07/07/2010 - 19:04 MARCADOR: CIDADANIA COMENTÁRIOS
VALE A PENA COMPRAR NO MERCADOLIVRE?
Apesar da pergunta ser direta, a resposta é: "depende". Isso ocorre porque o MercadoLivre não é um site de vendas com estoque próprio, como a Americanas ou o Submarino, por exemplo. O Mercadolivre é um site em que pessoas físicas e empresas negociam como vendedores e compradores de produtos novos e usados. Desde capas de silicone para MP10 por R$ 1,00 até terrenos de 35000 metros quadrados em Curitiba por R$ 20 milhões (ver anúncio). Dessa maneira, vários tipos de negociação podem ser feitas via MercadoLivre.
Por oferecer uma quantidade maior de produtos do Brasil inteiro (e até do exterior), o MercadoLivre compete com o comércio local de cidades subdesenvolvidas, como Pelotas, em que os preços de muitos artigos são proibitivos à maioria da população e a diversidade de marcas e modelos é uma utopia. Citando o exemplo de Pelotas, há 6 meses, ninguém vendia roteador de outra marca além da D-Link (que eu não aceito nem de presente). Portanto, quem precisasse de Internet em Pelotas tinha três opções: (1) comprar roteador D-Link e torcer para o milagre da Internet funcionar, (2) viajar a outras cidades atrás de roteadores de outra marca ou (3) comprar um destes pela Internet. No caso do roteador, depois de anos de luta contra a instabilidade de um 500B, meus problemas de Internet foram resolvidos com o Thomson TG 508 que comprei no citado site.
No entanto, o que assusta os compradores é fato de terem de pagar pelo produto antes sequer de ser enviados, ao contrário de uma loja convencional, em que o cliente entra, paga e, geralmente, recebe o produto na hora (porém, comprar de uma empresa na mesma cidade não significa, necessariamente, uma negociação segura e, quase sempre, representa um custo maior).
Então, como comprar com segurança no MercadoLivre?
1. Em primeiro lugar, vale a pena ler, nem que seja brevemente, as regras do site. Só clique em "Comprar" se tiver certeza que quer comprar. Cada vez que uma pessoa clica em "Comprar", o MercadoLivre pressupõe que o vendedor já concretizou a negociação e cobra comissão (na época em que eu vendia, era de 5% do valor do artigo anunciado). Para não pagar a comissão sobre algo que não vendeu, o vendedor deve qualificar o comprador como negativo.
2. Se não está explicitado no anúncio o valor do frete, pergunte ao vendedor o valor do frete para o seu CEP. Por exemplo: "Qual o valor do frete por PAC e Sedex para o CEP 96020-080?", pois, muitas vezes, os vendedores vendem os produtos mais baratos, porém lucram em cima do frete.
3. Antes de comprar, veja as qualificações do vendedor. No anúncio, há uma graduação em cores (quanto mais próximo do verde, melhor a reputação do vendedor). Pode clicar em "Mais Informações" e ali estarão explicitadas duas informações importantíssimas, conforme a figura mostrada nesse artigo: o percentual de qualificações positivas e, mais importante, o número de negociações realizadas. Em geral, considera-se confiável um vendedor que possua mais de 90% de qualificações positivas e um número grande de vendas (no caso de um vendedor profissional). Em relação aos vendedores ocasionais, que vendem seus produtos esporadicamentes, tais como produtos usados ou artesanato, geralmente não possuem um número de negociações tão grande como de um vendedor profissional, porém, o percentual de qualificações positivas é um marcador de confiabilidade.
4. Caso o vendedor possua poucas qualificações (iniciante ou esporádico), pergunte se ele aceita o MercadoPago. Através do MercadoPago, o MercadoLivre funciona como um intermediador da negociação. Você paga ao MercadoLivre o valor referente ao produto + frete (podendo parcelar - o que nem sempre é vantagem devido aos juros gigantescos que eles cobram) e, depois que o produto chegar na sua casa sem problemas, você libera ao vendedor o valor que pagou, informando ao MercadoLivre que o vendedor fez sua parte na negociação.
5. Não abuse do MercadoPago. Apesar dessa ferramente permitir que o comprador possa pagar com boleto bancário e cartão de crédito, podendo parcelar, os juros são estratosféricos. Se não tiver dinheiro para comprar o produto no momento e se não for uma compra urgente, é preferível esperar alguns meses para comprar à vista. Adicionalmente, como ferramenta de segurança, o MercadoPago apresenta o problema de que, se o vendedor não faz a sua parte na negociação, tu recebes o teu dinheiro de volta, mas isso demora. Portanto, cautela é a palavra de ordem.
6. Aproveite os leilões de R$ 1,00. Na página inicial há leilões com preços iniciando a R$ 1 e, ao final do leilão, quem oferecer o maior preço, leva o produto. Obviamente que uma película de MP10 começando a R$ 1 dificilmente será vendida por mais do que isso enquanto uma câmera digital Sony de última geração será vendida por mais de R$ 400, apesar de ambos iniciarem ao mesmo preço. No entanto, todos os outros cuidados são importantes até mesmo nesses leilões.
7. Verifique se o produto está no território nacional. Em caso de dúvidas, pergunte ao vendedor antes de dar o lance. Há diversos produtos eletrônicos com preços tentadores, porém são importados diretamente da China ou dos EUA para o endereço do consumidor (o vendedor nem vê o produto). Nesse caso, além do prazo de entrega ser muito maior, há o risco da Receita Federal reter o produto na alfândega de acordo com as regras aduaneiras vigentes (clique aqui para ler) que prevê o pagamento de uma alíquota de 60% sobre o valor declarado do produto e do frete para liberação. Além disso, se o produto vier com defeito e precisar ser trocado, a situação se torna ainda mais delicada. É o típico caso em que o barato pode sair muito caro.
8. Verifique os termos de garantia do produto antes de comprar. Não somente o tempo, mas a cobertura da garantia.
9. Sempre verifique quanto tempo o vendedor demorará para despachar o seu produto, ou seja, após a confirmação do pagamento, quanto ele demorará para colocar sua mercadoria nos correios (ou transportadora). Depois de despachar a mercadoria, o vendedor não pode garantir quanto tempo os Correios ou a transportadora demorará para lhe entregar o produto. Entretanto, se o produto ainda não tiver sido despachado uma semana depois do pagamento, não tem transportadora ou carteiro que faça milagre de entregar o que não foi remetido. Isso é fundamental. Há vendedores que despacham o produto no mesmo dia do pagamento, enquanto outros se dão o direito de demorar o tempo que bem entenderem. Se você precisar do produto para daqui a uma semana, é capaz de ficar um mês inteiro esperando-o chegar. Para diminuir esse risco, sempre pergunte ao vendedor quanto tempo ele demorará para despachar antes de comprar.
10. Cuidado com golpes. Pessoas de má fé podem criar uma boa reputação no MercadoLivre vendendo produtos baratos e cumprindo com sua parte. Então, aproveitando-se de sua reputação, anunciam produtos mais caros como laptops e televisores. O comprador paga e o produto não chega. Nas qualificações do vendedor, veja o tipo de produtos que ele vendeu e obteve qualificação positiva. Se o vendedor negociou 1500 produtos de R$ 1,99 e obteve 100% de qualificações positivas e, de repente, começa a vender TV LCD e Laptops, abra o olho. Nesse caso, vale a pena usar o MercadoPago ou pagar um pouco mais caro com outro vendedor mais confiável.
11. Cuidado com as qualificações que você recebe. Já tentaram esse golpe 2 vezes para cima de mim. Como eu disse, o MercadoLivre cobra comissão sobre a venda concretizada. Muitos vendedores de má-fé anunciam um produto X, o cliente compra, paga e até recebe em sua casa a mercadoria (ou seja, negociação 100% concretizada). Porém, na hora de dar a qualificação, o vendedor, muito esperto, diz que a negociação não foi concluída e qualifica o comprador como negativo. Assim, ele não precisa pagar a comissão ao MercadoLivre. A maioria dos compradores nem presta atenção nesse "erro" e os "espertalhões" tiram proveito disso. Já liguei furioso para dois vendedores que me qualificaram como negativo dizendo que não concluí a negociação e exigi que me dessem qualificação positiva, do contrário entraria na justiça contra eles (eu tinha todos os comprovantes da negociação, incluindo os de pagamento). Como todo espertalhão, quando ouve falar em justiça, corre para corrigir seu "erro".
12. Exija nota fiscal, especialmente se for um produto mais caro e/ou passível de necessidade de trocar. De posse da nota fiscal, guarde-a em local seguro, pois ela é um documento que será de grande importância se for necessário trocar seu produto por algum defeito ou até mesmo se um dia você quiser vende-lo a outra pessoa no futuro.
13. Verifique o e-mail que você cadastrou no MercadoLivre. Assim que você der o lance no produto, o MercadoLivre lhe enviará um e-mail informando os dados do vendedor. Tenha certeza de que o seu endereço de e-mail cadastrado no site está corretamente escrito e perfeitamente acessível por você.
14. Consulte sempre a disponibilidade em estoque. Diversos vendedores colocam em seus anúncios: "reservamo-nos no direito de não possuir o item X no momento". Então você pode dar um lance, pagar pelo produto e ter de esperar semanas até o vendedor conseguir o produto que, na verdade, deveria ter em estoque. Antes de comprar qualquer coisa no MercadoLivre, de 10 reais a 10 mil reais, verifique se o vendedor tem em estoque através do campo de perguntas, antes de dar o lance.
15. Por último, a dica mais importante: pergunte tudo. Cor, tamanho, funcionalidade, localização do produto, tempo para entregar, disponibilidade em estoque, preço do frete, material, compatibilidade, garantia, formas de pagamento, nota fiscal e quaisquer outras dúvidas que possa surgir, antes de dar o lance. Além disso, ao fazer perguntas, o tempo que o vendedor levará para responder sua pergunta será um fiel preditor da agilidade do mesmo em verificar seu pagamento e enviar seu produto no pós-venda. POSTADO POR DAVID MELLO EM 25/05/2010 - 23:21 MARCADOR: CIDADANIA COMENTÁRIOS
O PREÇO DA TRAIÇÃO
Recentemente, a mídia tem mostrado diversos casos de maridos traídos que foram à Justiça obter indenização por danos morais, obtendo vitórias. Em alguns casos, até o amante teve de pagar valores tão altos que o fará pensar duas mil vezes antes de sonhar em dar em cima de mulheres casadas.
Em agosto de 2009, no estado de Minas Gerais, uma mulher foi condenada a pagar R$ 25 mil ao seu ex-marido traído. A traição foi comprovada através de exame de DNA, o qual constatava que não era o pai biológico da filha. O autor do processo pediu ressarcimento pelos valores pagos pela pensão alimentícia e por danos morais. A Justiça concedeu o valor por danos morais.
No último dia 26 de abril, a Justiça de São Paulo condenou uma mulher a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais a um empresário que era seu marido na época em que ela, segundo o autor da ação, mantinha relações sexuais com um empregado da empresa (de acordo com o autor, em horário de expediente) e usava o provedor de internet da empresa, pago pelo marido traído, para propagar detalhes sobe sua vida extra-conjugal e chamar o então marido de "corno".
A Justiça do Rio de Janeiro condenou em segunda instância, no final de março, uma esposa e um amante a pagar indenização a um marido traído depois de 20 anos de casamento. A esposa teve de pagar R$ 5 mil e o amante, considerado até então um dos melhores amigos da vítima, R$ 114 mil.
Assim como esses, diversos outros casos ocorrem todos os dias e as pessoas, homens e mulheres traídos(as), devem buscar na Justiça o ressarcimento pelos danos morais a eles infligidos. Pois se a falta de moralidade e dignidade de seus atos não incomoda quem os comete, que pelo menos sintam no bolso o peso de suas ações despiciendas. Se não sentem, na consciência, o peso de traírem a confiança de alguém, que sintam tal peso no bolso. Então, alguma mudança pode começar a ocorrer.
Digno de lembrança, hoje é dia nacional do índio. A população indígena, presente no Brasil mais de 10 mil anos antes da chegada de Cabral, foi drasticamente reduzida com a colonização, de 5 milhões em 1500 para os atuais 400 mil nos dias de hoje.
Os índios eram distribuídos em tribos de diferentes etnias e culturas, que se encontravam em cerimônias em comum ou guerras, seja uma contra outra ou quando aliavam-se contra inimigos em comum. As diversidade cultural compreendia crenças, idiomas, costumes e alimentação diferentes. As principais divisões eram tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (Planalto Central), Aruaques (Amazônia) e Caraíbas (Amazônia).
Os tupinambás, que habitavam a região sudeste do Brasil, praticavam o canibalismo, pois acreditavam que, ao comer carne do corpo do inimigo, estavam adquirindo para si a sabedoria, a coragem, a inteligência e demais atributos que pudesse ter (há outras teorias).
Os povos indígenas sempre foram muito ligados à natureza, extraindo dela somente o necessário para sobreviver e colaborando para sua conservação. Algumas tribos caçavam somente os animais machos a fim de preservar a fertilidade das fêmeas, que geraria filhotes e mais animais para caçar no futuro.
Entre os índios, não havia classes sociais. As únicas propriedades particulares eram os instrumentos de caça. Os alimentos caçados, colhidos ou pescados eram distribuídos entre todos. O trabalho, em geral, era dividido entre sexo e idade, cabendo às mulheres as tarefas de colheita e plantio, às crianças ajudar as mulheres e aos homens a caça, a pesca, os trabalhos pesados e a guerra. As culturas eram monogâmicas ou poligâmicas, dependendo da tribo.
Apesar das diferenças culturais e linguísticas, muitas vezes causando conflitos entre as tribos, a vida do índio se complicou com a chegada dos portugueses e espanhóis, com visão eurocêntrica, tratando os índios como seres inferiores, explorando-os de todas as maneiras e dizimando a população nativa sempre que achavam necessário para roubar materiais valiosos e levar à Europa. A prática do escambo, através da qual objetos sem o menor valor, tais como espelhos, apitos, colares e chocalhos eram trocados por mão-de-obra e materiais valiosos, foi muito disseminada no Brasil.
Muitos índios morreram devido a doenças às quais seus organismos não estavam imunes, todas elas trazidas pelos portugueses. Hoje, as principais tribos indígenas brasileiras são os povos Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700).
Atualmente, as cidades com maior percentual de população indígena, de acordo com o IBGE, são:
1) São Gabriel da Cachoeira (AM) – 76,31%
2) Uiramutã (RR) – 74,41%
3) Normandia (RR) – 57,21%
4) Santa Rosa do Purus (AC) – 48,29%
5) Ipuaçu (SC) – 47,87%
6) Baía da Traição (PB) – 47,70%
7) Pacaraima (RR) – 47,36%
8) Benjamin Constant do Sul (RS) – 40,73%
9) São João das Missões (MG) – 40,21%
10) Japorã (MS) – 39,24%
Que neste dia e em todos os outros, a população indígena seja respeitada e sua cidadania seja assegurada.
FONTES:
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u41.jhtm
http://www.suapesquisa.com/indios/ POSTADO POR DAVID MELLO EM 19/04/2010 - 20:35 MARCADOR: CIDADANIA COMENTÁRIOS
ANATEL APROVA FIM DA COBRANçA DO PONTO EXTRA NA TV
Hoje eu estava lendo a Folha Online, versão eletrônica do maior jornal do Brasil, e deparei-me com a seguinte manchete: Anatel aprova fim da cobrança do ponto extra na TV paga.
Trata-se de uma ótima notícia, visto que a cobrança pelo ponto extra é um absurdo tão grande quanto era a cobrança de assinatura mensal de telefonia. Parabéns a Anatel! Novamente mostra ser uma agência reguladora séria, para desespero das empresas de telecomunicações que TRADICIONALMENTE insistem em desrespeitar o consumidor.
Espera-se que casais parem de brigar quando o marido quiser ver a UEFA Champions League e a esposa quiser ver o Programa Márcia no mesmo horário (ou vice-versa - não gosto de estereótipos).
Mas essa ótima notícia torna-se especialmente importante para os torcedores do SC Internacional espalhados pelo Brasil. Agora, os colorados têm mais possibilidades de assistir à "Libertadores do Centenário", porquanto os galáticos esqueceram que a Sul-Americana não vale vaga pra Libertadores (aliás, não vale nada), ao contrário das primeiras quatro posições do Brasileiro.
Já que o Beira Rio não sediará jogos com relevância superior a de Internacional x Caxias e nem será palco de competições mais importantes do que a Copa do Brasil e o Campeonato Gaúcho, a Libertadores só poderá ser vista pela TV. O direito ao ponto extra é uma conquista para todos. Especialmente para a torcida do "Campeão de Tudo".
Se tu, leitor ou leitora, assinas TV por assinatura e, mesmo pagando em média R$ 150 por mês, vive em um barril de pólvora porque tem interesses televisivos diferentes de seus familiares numa casa com TV a cabo em apenas um televisor, procure seus direitos.
Eu odeio notícias com "Fonte Ijuí", por isso estou publicando nesse post o link da notícia na Folha Online, ou seja, direto da FONTE.
Na foto, uma homenagem de Maxi López àqueles que precisarão do controle remoto para assistir à Libertadores do Centenário! Homenagem extensível também às empresas que cobram absurdos por um ponto extra.
Há diversas empresas que oferecem ligações interurbanas. Diante desta variedade, não se pode dizer que uma operadora seja sempre a melhor e mais barata todos dias em todas as horas.
A operadora que oferece o melhor preço em uma tarde de segunda-feira certamente não é a mesma que oferece o melhor preço em uma noite de sábado.
Por essa razão, é preciso exercer seu direito de escolha da melhor maneira possível, sempre optando pelo que sai mais em conta.
Para isso, existe um serviço grátis na Internet para comparação de tarifas de ligações interurbanas entre telefones fixos. Basta informar os dados pedidos. Cidade de origem e destino, tempo da ligação, a data e hora da chamada e a duração.
Depois é só clicar em "Compare" e você saberá exatamente o preço que cada operadora cobra na data e hora informadas.
Sugestão: sempre use o serviço gratuito oferecido pela comparatel antes de fazer suas ligações interurbanas de fixo para fixo.
Espero que tenham gostado da sugestão. POSTADO POR DAVID MELLO EM 14/02/2009 - 23:11 MARCADOR: CIDADANIA COMENTÁRIOS
BANCA DE REVISTAS LEON: EXEMPLO A SER SEGUIDO
A banca de revistas Leon, localizada na rua Andrade Neves com a Marechal Floriano, em frente à Farmácia Khautz e à agência central do Banrisul, é um exemplo de respeito, ética e consideração com o consumidor.
No dia de hoje, comprei a versão errada de uma revista sobre memorização. Foi erro meu não ter percebido que a revista não era a que eu estava procurando e o dono da banca poderia simplesmente negar a revista de volta, tendo em vista que eu já a havia comprado e levado para casa.
Voltei à banca, informei ao dono sobre o erro que eu cometi ao não prestar a devida atenção na hora de comprar e propus uma troca dessa revista por outra (um curso de teclado para iniciantes que eu quero dar de presente para minha irmã). O dono da banca, além de aceitar a troca, pagou-me a diferença entre o valor da revista que eu o havia devolvido e a que eu estava levando.
Em meio a péssimos exemplos de atendimento ao consumidor, chama fragorosa atenção a maneira respeituosa e profissional da banca Leon.
Sempre que eu for comprar revistas e jornais, a banca Leon terá a minha preferência. E eu recomendo publicamente a banca Leon a todos que desejem comprar jornais, revistas, gibis, livros, entre outros.
Parabéns à banca Leon, ao proprietário e aos funcionários! Trata-se de um exemplo a ser seguido! POSTADO POR DAVID MELLO EM 13/02/2009 - 20:50 MARCADOR: CIDADANIA COMENTÁRIOS